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Luz, câmera, ação!

claquete 1 - claquete 1

Começaram, em Salvador, as gravações da nova minissérie global Ó Paí, Ó. A produção saiu do teatro, passou para as telonas e deu o primeiro passo rumo ao mundo da televisão na última sexta-feira (20), em Salvador, quando começaram as primeiras filmagens. Nesta quarta-feira (25), os atores Lázaro Ramos e Matheus Nachtergaele, juntos com o Bando de Teatro Olodum, gravaram o espisódio Mãe Quenga. O cenário foi o bar Korin-Efan, localizado na Rua do Passo, no Pelourinho.

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Para fazer o papel de um vilão, semelhante ao que Wagner Moura fez no filme Ó Paí, Ó, o ator Matheus Nachtergaele vai interpretar o personagem Queixão. Ele contou ao iBahia.com que o convite para fazer a minissérie surgiu de uma das diretoras, Monique Gardemberg. “Fazia tempo que queria trabalhar com ela, e, com a saída de Wagner, surgiu a oportunidade”. O baiano Wagner Moura, que interpretou o ‘Boca’ no filme Ó Paí, Ó não pôde participar na minissérie, pois está trabalhando na peça Hamlet.

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A minissérie terá seis episódios gravados em diversos locais de Salvador, entre eles, a praia de Ondina, o Porto da Barra, Pelourinho, Baixa dos Sapateiros, Subúrbio e o Instituto Feminino. A produção Ó Paí, Ó deve começar a ser exibida na tela da Globo no final de agosto ou início de setembro com os capítulos Mãe Quenga, Mercado Branco, Negócio Torto, Fiéis e Fanáticos, Brega, e Avesso do Avesso (nome próvisório do último capítulo que ainda não está definido).

Confira a galeria de fotos das gravações de Ó Paí, Ó

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A cineasta Monique Gardemberg dirigiu o episódio Mãe Quenga, gravado nesta quarta. Os diretores Mauro Lima, Olívia Guimarães, Carolina Jabor e Guel Arraes também vão coordenar as gravações. Monique contou que a preparação para a minissérie começou em novembro do ano passado e que cada episódio terá em torno de 35 minutos, todos com início, meio e fim.

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O lado sensual e musical da Bahia será ressaltado na TV, para isso, as mulheres terão pouca roupa e o ator Lázaro Ramos vai dar uma de cantor em várias cenas. O cantor Márcio Victor e a atriz Preta Gil também farão participações na produção.

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Já que a minissérie será veiculada em canal aberto, Monique Gardemberg garantiu que os palavrões e as cenas de nudez serão moderadas. A produção, que terá a mesma essência do filme, poderá ter outros episódios em 2009.

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No dia 27, está programada uma gravação com o ator Stênio Garcia e, no dia 30, será a vez de Preta Gil interpretar uma ‘piriguete’. O ator baiano Franklin Menezes também vai marcar presença na minissérie.

1 comentário 25 de Junho de 2008 às 20:13 Ana Rosas

Desafio dos R$50

Na véspera do Dia dos Namorados, os apresentadores do BATV, Kátia Guzzo e Jefferson Beltrão, levantaram da bancada e foram ao shopping mostrar como é possível comprar presentes bonitos e de bom gosto com apenas R$ 50 no bolso.

Confira aqui, em vídeo, como foram as compras

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O iBahia acompanhou tudo de pertinho pelos corredores de um grande shopping da cidade.

E não faltou barganha. Era um tal de pedir desconto de um lado e de outro…. muita indecisão. As ofertas eram muitas…

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Kátia se empolgou…

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A “jornada” durou mais ou menos duas horas. No meio do caminho, teve até gente famosa dando dicas de compras. Duda, vocalista da Diamba, não escapou do microfone nervoso de Kátia. Será que Duda estava comprando presente do Dia dos Namorados?

katia duda - katia duda

O saldo foi bastante positivo. Kátia conseguiu comprar seis presentes e Jefferson saiu de lá com quatro sacolas.

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Quais foram os presentes? Vamos lá… Jefferson comprou uma garrafa de licor com duas taças, uma rosa, um cartão bem romântico e um kit de banho, com sabonetes e essências.

Kátia levou uma camisa, um boné, dois enfeites em forma de camisetinhas com ventosas (daqueles que põe no vidro do carro). O detalhe é que em uma tem escrito “Sou bonito e gostosão” e na outra “Beijo melhor do que dirijo”. Com R$ 50, Kátia conseguiu ainda levar um chaveirinho com a foto dela, tirada na hora, e um CD virgem customizado para gravar a trilha sonora dos casais.

Confira as fotos dessa grande brincadeira que acabou mostrando que com disposição e muita pechincha, dá pra comprar bons presentes para os namorados e namoradas!

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Adicionar comentário 11 de Junho de 2008 às 17:15 Ana Rosas

Dicas para o seu fim-de-semana (16 a 18/04)

em cartaz - em cartaz
por Marcela d’Ávila

cinemabotao - cinema

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No cinema, um filme que reúne grandes nomes. Um Beijo Roubado reúne os atores Jude Law, Natalie Portman e a cantora Norah Jones, numa brilhante estréia como atriz. Ela quer resolver sua questões interiores sobre o amor e para isso decide embarcar numa jornada através da América. Não perca este drama nas telonas.

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O Olhar Inventa o Mundo mostra ao público um mundo lírico-poético se relacionando com o cotidiano e reinventando o prazer da reflexão, do gesto, do olhar e da percepção das coisas. O espetáculo será apresentado até 01/06 no Teatro Vila Velha, sempre às sextas, sábados e domingos, às 20 horas.

Adicionar comentário 15 de Maio de 2008 às 18:28 Marcela d'Ávila

A Semana em cinco minutos

Para você que não tem tempo de acompanhar toda as notícias da semana, está no ar mais um Resumo da Semana, o podcasting do iBahia.com que destaca e reúne, em áudio, as notícias mais importantes dos últimos sete dias — em menos de cinco minutos. Com locução de Ana Paula Rosas e Renan Pinheiro, você confere os principais acontecimentos e serviços do Plantão do iBahia entre os dias 18 e 24 de abril. Confira ainda a matéria-destaque da semana, com trechos de entrevistas e informações detalhadas.

Confira alguns dos destaques:
- Vetos ao PDDU são tema de polêmica votação na Câmara de Vereadores
- 1,2 milhão de idosos baianos precisam ser vacinados contra a gripe
- Últimos dias para declarar Imposto de Renda 2008
- SalvadorCard libera valor da carga inicial do bilhete avulso
- Matéria especial: Obras abandonadas em Salvador oferecem risco à população
- IPVA com 5% de desconto para placas 5 e 6 até o dia 6 de maio
- Bahia é estado mais homofóbico do país

Ouça o Resumo da Semana no player abaixo:

Adicionar comentário 26 de Abril de 2008 às 18:01 Ana Rosas

Dicas para o seu fim-de-semana (18 a 20/04)

em cartaz - em cartaz
por Marcela d’Ávila

cinemabotao - cinema

quebrando - quebrando
Em Quebrando a Banca, Ben Campbell é um aluno brilhante que, precisando pagar pelos estudos, encontra a resposta nas cartas. Ele é recrutado para entrar em um grupo que segue para Las Vegas, todos os fins de semana, munidos de identidades falsas e habilidade para “contar cartas”. *** Clique aqui e confira os horários das sessões.

reis - reis
Entra em cartaz Os Reis da Rua, filme que conta a história de um veterano policial que vê sua vida desmoronar após a morte da esposa e, para piorar, seu nome é ligado ao assassinato de um colega. Para provar sua inocência, ele é forçado a ir contra as regras policiais as quais seguiu a vida inteira. *** Clique aqui e confira os horários das sessões.

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Em Uma Chamada Perdida, mensagens de voz aterrorizantes chegam nos celulares de uma série de pessoas, que ouvem uma gravação do momento de suas mortes. Uma jovem testemunha as mortes de dois amigos que receberam tal mensagem e morreram como e quando foram previstas. *** Clique aqui e confira os horários das sessões.

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Pagando apenas R$2, você pode conferir a Jam Session, neste sábado (19), no Solar do Unhão. Unindo talento e espontaneidade de renomados músicos da cidade, o projeto apresenta encontros musicais inesperados e com sotaque baiano. A coordenação é do músico Ivan Huol.

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7 Conto – A Comédia, é um espetáculo que aponta, de uma maneira bem humorada, as diferenças do Brasil através de sete personagens completamente engraçados, todos criados por Luis Miranda, que coloca em cena todo o seu talento de humorista. Todas sextas-feiras, sábados e domingos, sempre às 20h, no Teatro ISBA.

Adicionar comentário 18 de Abril de 2008 às 16:43 Marcela d'Ávila

Estréia: “Awake - A Vida Por Um Fio”

awakee - awakee
por Rafaela Marques

Em uma maca de sala cirúrgica se passam as cenas-chave do filme Awake – A Vida Por Um Fio. A tradução já ajuda a entender a situação de Clay, um jovem e milionário empresário vivido pelo autor Hayden Christensen. Ele corre sério risco de vida se não for submetido a um transplante de coração.

A verdadeira contagem regressiva na corrida pela vida daria um tom angustiante ao filme se no desenrolar da trama não houvesse também uma grande história de amor. Ele ainda não teve coragem de contar para a mãe que namora sua assistente. A amada, por sua vez, luta todo o tempo por isso até que, de forma inesperada e inusitada, consegue subir ao altar.

Sentimentos à parte, pense na angústia de estar na sala de cirurgia pronto para servir aos bisturis quando percebe que a dose de anestesia parece não ter sido suficiente para “apagar-lhe” totalmente. De alguma forma, Clay vê e ouve tudo o que se passa a sua volta durante o tão esperado transplante.

E é sob esta característica da onipresença que o milionário descobre um plano detalhadamente articulado e o qual ele jamais chegou a imaginar que pudesse existir. O aspecto surpreendente da trama fica por conta do encadeamento de fatos que explicam o verdadeiro ninho de cobras no qual estava metido.

Não chamo de final feliz o desfecho do filme. Surpreendente é a palavra certa. Awake é sim uma boa pedida para quem procura um pouco de suspense e gosta de se atirar às suposições do que reservam as cenas seguintes. Vale a pena conferir!

Adicionar comentário 10 de Abril de 2008 às 15:57 Ana Rosas

Ricardo Castro em R$1,99

por Rafaela Marques

Formidável. A peça R$1,99 estrelada unicamente pelo ator baiano Ricardo Castro é um ponto de equilíbrio entre a comédia e o estímulo à reflexão acerca do que acontece nesta terra chamada Brasil.

ricardo 2 1 2 - ricardo 2 1 2

Idealizado por um artista que, assim como centenas de outros, enfrentam a dura tarefa de ser ator brasileiro – e, sobretudo, baiano - o espetáculo desperta também para a falta de incentivos em forma de políticas públicas direcionadas ao teatro. As conseqüências disso são a precarização da profissão e a verdadeira diáspora dos grandes nomes formados na Bahia.

“Até hoje eu não entendo porque dizem: Você é muito bom para ficar aqui. Deveria ir para o Rio ou para São Paulo”, sintetiza ele, com muito bom humor, a maneira natural com que as pessoas se dirigem aos “nomes-talento” descobertos aqui. O grande, e não menos talentoso, exemplo Wagner Moura não o deixa mentir.

Uma boa e democrática saída apontada por Ricardo Castro, em R$ 1,99, é a criação de uma Companhia de Teatro, da mesma forma que existe a Orquestra Sinfônica da Bahia e a Companhia de Balé no Teatro Castro Alves.

As peculiaridades da linguagem e os “modos de ser” da cultura baiana são alguns dos ingredientes que dão o tom hilário à peça. “Eu tinha uma amiga minha”, “me arranje aí’, além de diversas outras expressões do conhecido baianês arrancam boas gargalhadas do público que vai ao Teatro ACBEU.

No sábado em que tive oportunidade de assistir à peça, em pleno aniversário de Salvador, a casa estava completamente lotada. Falando nisso, fica aqui uma dica: para quem vai de carro é bom chegar cedo. O Corredor da Vitória não é muito agradável para estacionar. Sempre muito cheio. E para não deixar de fazer todos os alertas: os “flanelinhas” estão por toda parte cobrando nada mais, nada menos, do que R$5 (se ainda fosse R$1,99…).

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Retornando ao palco, devo dizer que Ricardo Castro faz tudo sozinho - e com maestria. Ali em cima, ele acende e apaga luzes, interage com a platéia, muda os poucos objetos de lugar e ainda troca de roupa – isso mesmo. A peça começa com ele se despindo e exibindo somente uma cueca branca, a qual também faz menção de tirar, arrancando gritinhos da platéia. Não posso deixar de frisar a boa forma física do artista, com seu “tanquinho” sempre à mostra, mesmo quando volta a vestir a calça.

Finalizando, a peça R$ 1,99 é uma boa pedida para os fins de semana. O horário (sábados e domingos, sempre às 20h) não impede de dar aquela esticadinha.

Bônus: Veja a entrevista que o ator Ricardo Castro concedeu em visita ao iBahia.

Adicionar comentário 30 de Março de 2008 às 13:42 Ana Rosas

Rock baiano faz Concha tremer

Pitty e Cascadura - Um encontro que colocu a Concha abaixo!
por Ana Paula Rosas

Um show que reuniu duas das melhores bandas de rock da Bahia — talvez as duas melhores, a depender de sua opinião. Um encontro como este só pode dar em uma coisa: lotação de público. O show das bandas Cascadura e Pitty levou cerca de 5.500 pessoas à Concha Acústica do Teatro Castro Alves no último domingo (24). Um mar de roupas escuras, piercings, tatuagens, all stars e cabeleiras rebeldes dos fãs, roqueiros e simpatizantes. Mas na multidão também havia espaço para pessoas que iam ver, pela primeira vez ao vivo, o som das bandas que balançaram a Concha por cerca de três horas (como eu, por exemplo…)

cascadura - cascadura
Abertura em grande estilo – A minha primeira vez diante do Cascadura seguiu o clichê: foi i-nes-que-cí-vel. Eu aproveitei, pela primeira vez, a oportunidade de ver a banda subir ao palco. Aproveitei mesmo: pulei, cantei e dancei muito com o rock puro e vibrante de Fábio Cascadura, Cândido Sotto, Thiago Trad e Thiago Aziz. Eles abriram o show com o sucesso Vivendo em Grande Estilo, faixa-título do terceiro CD da banda. O arranjo vibrante e a letra na medida composta pelo vocalista Fábio (“A vida é curta, curta o quanto possível…”) foi a melhor escolha para abrir o show e anunciar o que viria por aí. O público aprovou sem ressalvas e balançou o esqueleto.

Mas o repertório que mandou o show, e mandou bem, foi o do último álbum, Bogary: das dez músicas do setlist, sete foram dele. Canções um pouco mais lentas, como 12 de Outubro e Elnora, só foram um prazeroso descanso para o agito de arrepiar de, por exemplo, Senhor das Moscas, O Centro do Universo e Ele, o Super-Herói.

A apresentação de Cascadura pode até ter sido vista pela primeira vez por alguns. Mas, apesar da maioria do público ser formada por fãs de Pitty que conheciam pouco do repertório dos rapazes, a banda não nos decepcionou: o show foi demais, com um repertório muito bem escolhido e equilibrado (confira o setlist no final do post). Fãs da banda, simpatizantes e recém-apresentados curtiram o som, e a reação não passou despercebida: “Foi uma festa massa, foi do c…”, comemorou Fábio Cascadura.

Pitty
Prato principal – mas o que toda aquela massa queria mesmo era ver a performance da baiana poderosa Pitty. Os fãs mais chegados até trouxeram balões pretos e roxos, num gesto que remete aos tons adotados pelo grupo, inclusive no site (visite). A platéia estava eufórica – e para “acalmá-la”, um gesto esperto da equipe que comanda o som da Concha: tocar Nirvana. Depois de um intervalo de cerca de 30 minutos (uma eternidade para os fãs soteropolitanos que tem pouquíssimas chances de ver a moça cantar aqui), ela entrou com tudo. Vestida com um charmoso vestido preto, botas, cabelo preso, ela tomou a Concha e fez o chão tremer com a vibração do público ao ouvir Anacrônico, sucesso do segundo disco da banda. Os milhares de fãs cantaram em coro e não pararam de pular com a seqüência de Memórias.

O repertório, como já anunciado pela banda, é do DVD {Des} Concerto, e reuniu sucessos dos dois primeiros discos da banda (Admirável Chip Novo e Anacrônico) e duas músicas novas, Malditos Cromossomos e Pulsos. Como a cantora mesma afirmou, “não há uma fórmula fixa no repertório”, e as variações, feitas normalmente minutos antes do show, incluíram Chico Buarque, AC/DC e Amy Winehouse. Eu, que curto o som da baiana, fui com a maré e não consegui ficar parada: era difícil resistir aos arranjos do repertório… inclusive nas faixas mais lentas, como Déjà Vu e Equalize, que arrancou coros e sensações emocionantes.

O resultado desta noite foi muito, muito suor – o verão já está forte, imagine dentro de uma Concha lotada… não tinha vento que aliviasse!) – dores nos braços e nas pernas, e uma rouquidão de, pelo menos, uma semana. Se as dores me causam arrependimento? Jamais! Próximo show, tô colada… ;)

SETLISTs:
Cascadura
Vivendo em Grande Estilo
12 de Outubro
Senhor das Moscas
O Centro do Universo
Elnora
Mesmo Estando do Outro Lado
Retribuição
Ele, o Super-Herói
Queda Livre
Se Alguém o Ver Parado

Pitty

Anacrônico
Memórias
Deus Lhe Pague
Déjà Vu
Brinquedo Torto
Admirável Chip Novo
Semana que Vem
Na sua Estante
Highway to Hell (AC/DC)
Malditos Cromossomos
I Wanna Be
You Know I’m No Good (Amy Winehouse)
Equalize
Pulsos
Máscara

Adicionar comentário 26 de Fevereiro de 2008 às 16:16 Ana Rosas

Pré-Estréia: “O Gângster”

O Gângster - O Gângster 1
por Tamires Fukutani

“Entre na fila, porque essa também dá a volta no quarteirão”

Denzel Washington, Russell Crowe e Ridley Scott. Um trio parada dura que não poderia deixar de resultar em cenas bem construídas, diálogos consistentes e uma tensão leve, que permeia a história d’O Gângster Frank Lucas, vivido por Washington.

Lucas marcou a década de 70 nos Estados Unidos, revolucionando o narcotráfico norte-americano da época. De acordo com os policiais, o mafioso negro do Harlem conseguiu “feitos” que nem a famosa Máfia italiana obtivera. Denzel Washington cai como uma luva para o papel, inserindo uma elegância natural ao personagem, que não perde as linhas dos ternos discretos que veste durante o longa. A postura de mafioso é encarnada com perfeição pelo ator, que tem um ar destemido conhecido desde filmes como O Colecionador de Ossos.

A posição de policial honesto também foi bem desginada ao talentoso Russel Crowe (apesar de sua conhecida fama de bad boy em Hollywood). Depois da parceria bem sucedida entre o ator e Ridley Scott em Gladiador, a dobradinha se repete com o mesmo sucesso. Em contraste aos belos ternos do mafioso negro, o detetive Richie Roberts anda por aí em roupas surradas, cabelo desalinhado e com um ar sujo de policial que trabalha demais. Roberts traz o sonho de um oficial honesto, que literalmente não se vende nem por um milhão de dólares. Às vezes, o persongem se torna um pouco enjoativo. Mas é perdoável.

A interação entre Washington e Crowe é bombástica, apesar de o encontro de fato só se consumar mais para o fim da película. Sob a direção de Scott, o filme traz uma lentidão compreensível, mas um desenrolar brilhante. O diretor consegue trazer o fascínio que as lendas da máfia arrastam ao longo dos anos, sem cair na “mesmice” dos outros filmes que se arriscam pelo tema. E nós ainda podemos apreciar mais uma análise da face obscura das entidades policiais, que se corrompem à medida em que os cifrões aumentam.

Vá com fé, porque vale a pena. Pelo menos para quem gosta da postura e elegância dos mafiosos da década de 70!

Adicionar comentário 22 de Janeiro de 2008 às 14:50 Ana Rosas

Dia das Bruxas

halloween - Halloween

Hoje é o Dia das Bruxas, o famoso Halloween americano. Por aqui a data não é muito badalada, ao não ser nas escolas de inglês. Mesmo assim, curiosos pelo assunto, publicamos algumas informações sobre esse dia no hot-site especial. Confira aqui.

Quem entrou no clima foi o YouTube, que mudou a logo para hoje:

youtube - YouTube

Adicionar comentário 31 de Outubro de 2007 às 08:24 Leo Villanova

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