por Rafaela Marques
Formidável. A peça R$1,99 estrelada unicamente pelo ator baiano Ricardo Castro é um ponto de equilíbrio entre a comédia e o estímulo à reflexão acerca do que acontece nesta terra chamada Brasil.
Idealizado por um artista que, assim como centenas de outros, enfrentam a dura tarefa de ser ator brasileiro – e, sobretudo, baiano - o espetáculo desperta também para a falta de incentivos em forma de políticas públicas direcionadas ao teatro. As conseqüências disso são a precarização da profissão e a verdadeira diáspora dos grandes nomes formados na Bahia.
“Até hoje eu não entendo porque dizem: Você é muito bom para ficar aqui. Deveria ir para o Rio ou para São Paulo”, sintetiza ele, com muito bom humor, a maneira natural com que as pessoas se dirigem aos “nomes-talento” descobertos aqui. O grande, e não menos talentoso, exemplo Wagner Moura não o deixa mentir.
Uma boa e democrática saída apontada por Ricardo Castro, em R$ 1,99, é a criação de uma Companhia de Teatro, da mesma forma que existe a Orquestra Sinfônica da Bahia e a Companhia de Balé no Teatro Castro Alves.
As peculiaridades da linguagem e os “modos de ser” da cultura baiana são alguns dos ingredientes que dão o tom hilário à peça. “Eu tinha uma amiga minha”, “me arranje aí’, além de diversas outras expressões do conhecido baianês arrancam boas gargalhadas do público que vai ao Teatro ACBEU.
No sábado em que tive oportunidade de assistir à peça, em pleno aniversário de Salvador, a casa estava completamente lotada. Falando nisso, fica aqui uma dica: para quem vai de carro é bom chegar cedo. O Corredor da Vitória não é muito agradável para estacionar. Sempre muito cheio. E para não deixar de fazer todos os alertas: os “flanelinhas” estão por toda parte cobrando nada mais, nada menos, do que R$5 (se ainda fosse R$1,99…).
Retornando ao palco, devo dizer que Ricardo Castro faz tudo sozinho - e com maestria. Ali em cima, ele acende e apaga luzes, interage com a platéia, muda os poucos objetos de lugar e ainda troca de roupa – isso mesmo. A peça começa com ele se despindo e exibindo somente uma cueca branca, a qual também faz menção de tirar, arrancando gritinhos da platéia. Não posso deixar de frisar a boa forma física do artista, com seu “tanquinho” sempre à mostra, mesmo quando volta a vestir a calça.
Finalizando, a peça R$ 1,99 é uma boa pedida para os fins de semana. O horário (sábados e domingos, sempre às 20h) não impede de dar aquela esticadinha.
Bônus: Veja a entrevista que o ator Ricardo Castro concedeu em visita ao iBahia.
30 de Março de 2008 às 13:42
Ana Rosas

por Marcela d’Ávila

Já imaginou ser capaz de se teletransportar, podendo ir a qualquer lugar, a qualquer momento? Esta é a tônica de
Jumper, que estréia nesta sexta (28). A vida de um jovem sofre uma reviravolta quando passa a ser o alvo de uma organização que persegue todos que possuem essa anomalia genética.
Em
Atos Que Desafiam a Morte, o mágico Harry Houdini apaixona-se perdidamente por uma médica escocesa, enquanto busca por uma prova de vida após a morte. No entanto, a médica tenta desmascará-lo em uma das apresentações, pois afirma ser assombrada pela mãe desde a morte dela.

Márcia Cabrita interpreta oito personagens na comédia
Toalete, um raio-x do universo feminino e seus devaneios. A curiosidade sobre o que se passa em um banheiro feminino foi o ponto de partida para o autor Walcyr Carrasco. As apresentações acontecem de 27 a 30 de março, no Teatro Jorge Amado.
26 de Março de 2008 às 14:58
Marcela d'Ávila

por Marcela d’Ávila

Um surfista é obcecado por sua busca a um lendário tesouro perdido no mar. Em sua procura, ele deixa de lado tudo que é importante em sua vida, incluindo seu casamento. Uma nova pista acaba reacendendo o casamento desgastado.
Um Amor de Tesouro estréia nesta sexta-feira (21).
A comédia romântica
Maldita Sorte chega às telonas baianas neste fim-de-semana. Charlie tem um feitiço: todas as mulheres que dormem com ele conhecem logo depois os homens de suas vidas. Isso vai ser um problema quando ele se apaixona e quer ficar com a mulher de seus sonhos.
Maldita sorte!

A primeira edição do
Coca-Cola Zero Festival, dias 21 e 22 de março (sexta e sábado da Semana Santa), reunirá cerca de 12 mil pessoas na Praia do Forte para curtir atrações que vão do axé, como Claudia Leitte – já fazendo carreira-solo – e Timbalada, passando pelo rock do Rappa e Biquini Cavadão.

Ricardo Castro continua com a curta temporada do espetáculo
R$ 1,99, em cartaz no Teatro ACBEU, aos sábados e domingos, às 20h. Em cena, o ator discute o valor da arte através do desabafo de um cidadão diante de assuntos como amor, sexo, amizade, política, justiça, família, dinheiro e poder.
20 de Março de 2008 às 11:07
Marcela d'Ávila

Preparamos um hot-site para a Semana Santa, com matérias especiais sobre os símbolos, as tradições e o significado da data em cada religião, além de receitas para ajudar a compor sua mesa (inclusive uma Farofa de bacalhau à baiana, indicada pela famosa quituteira Dadá), um passo-a-passo para fazer ovos de Páscoa caseiros e uma página contendo todo o funcionamento comercial e seus respectivos horários especiais durante o feriado. Aproveite para se programar e curtir com toda a família!
Para conferir o especial, clique aqui.
19 de Março de 2008 às 19:03
Marcela d'Ávila

por Marcela d’Ávila

Entra em cartaz nesta sexta (14), a animação
Horton e o Mundo dos Quem!. O longa conta a história de um simpático elefante que ouve vozes em uma partícula de pó. Com a suspeita de haver vida no grão, Horton embarca em uma aventura em dois mundos completamente diferentes. Diversão garantida!
Outra grande estréia desta semana é o filme
Ponto de Vista, um quebra-cabeça ao redor do assassinato do presidente americano. Ao desenrolar da trama conspiratória, o agente vivido por Dennis Quaid contará com a ajuda do parceiro Kent Taylor (Matthew Fox), de um turista (Forest Whitaker) e de uma produtora de TV.

A Concha Acústica recebe o cantor e compositor
Lenine, nesta sexta-feira (14). Garanta seu ingresso trocando 10 notas ou cupons fiscais, nos postos Ticketmix dos shoppings Barra, Iguatemi, Aeroclube e Center Lapa. Aproveite para conferir de perto os sucessos
Paciência,
Jack Soul Brasileiro e
Hoje eu Quero Sair Só.
Juntos pela primeira vez, as bandas
Falamansa e
Estakazero e os cantores
Adelmário Coelho e
Flávio José prestarão homenagem a Luiz Gonzaga, no
Forró Furando o Fole, neste sábado (15), no Wet’n Wild. Os ingressos variam de 40 a 80 reais (inteiras), à venda na Ticketmix e nos balcões dos shoppings.

Bruno Gagliasso encabeça o elenco de
Um Certo Van Gogh, em cartaz durante todo o final de semana, no Teatro Jorge Amado. Em cena, episódios da vida do pintor – a exemplo das perturbações mentais que sofrera – são redimensionados em nome de um novo olhar sobre o homem Vincent Van Gogh.
Ricardo Castro está de volta em uma curta temporada do espetáculo
R$ 1,99, em cartaz no Teatro ACBEU, aos sábados e domingos, às 20h. Em cena, o ator discute o valor da arte através do desabafo de um cidadão diante de assuntos como amor, sexo, amizade, política, justiça, família, dinheiro e poder.
13 de Março de 2008 às 02:11
Marcela d'Ávila

por Ana Paula Rosas
Um show que reuniu duas das melhores bandas de rock da Bahia — talvez as duas melhores, a depender de sua opinião. Um encontro como este só pode dar em uma coisa: lotação de público. O show das bandas Cascadura e Pitty levou cerca de 5.500 pessoas à Concha Acústica do Teatro Castro Alves no último domingo (24). Um mar de roupas escuras, piercings, tatuagens, all stars e cabeleiras rebeldes dos fãs, roqueiros e simpatizantes. Mas na multidão também havia espaço para pessoas que iam ver, pela primeira vez ao vivo, o som das bandas que balançaram a Concha por cerca de três horas (como eu, por exemplo…)
Abertura em grande estilo – A minha primeira vez diante do Cascadura seguiu o clichê: foi i-nes-que-cí-vel. Eu aproveitei, pela primeira vez, a oportunidade de ver a banda subir ao palco. Aproveitei mesmo: pulei, cantei e dancei muito com o rock puro e vibrante de Fábio Cascadura, Cândido Sotto, Thiago Trad e Thiago Aziz. Eles abriram o show com o sucesso
Vivendo em Grande Estilo, faixa-título do terceiro CD da banda. O arranjo vibrante e a letra na medida composta pelo vocalista Fábio (“A vida é curta, curta o quanto possível…”) foi a melhor escolha para abrir o show e anunciar o que viria por aí. O público aprovou sem ressalvas e balançou o esqueleto.
Mas o repertório que mandou o show, e mandou bem, foi o do último álbum, Bogary: das dez músicas do setlist, sete foram dele. Canções um pouco mais lentas, como 12 de Outubro e Elnora, só foram um prazeroso descanso para o agito de arrepiar de, por exemplo, Senhor das Moscas, O Centro do Universo e Ele, o Super-Herói.
A apresentação de Cascadura pode até ter sido vista pela primeira vez por alguns. Mas, apesar da maioria do público ser formada por fãs de Pitty que conheciam pouco do repertório dos rapazes, a banda não nos decepcionou: o show foi demais, com um repertório muito bem escolhido e equilibrado (confira o setlist no final do post). Fãs da banda, simpatizantes e recém-apresentados curtiram o som, e a reação não passou despercebida: “Foi uma festa massa, foi do c…”, comemorou Fábio Cascadura.
Prato principal – mas o que toda aquela massa queria mesmo era ver a performance da baiana poderosa Pitty. Os fãs mais chegados até trouxeram balões pretos e roxos, num gesto que remete aos tons adotados pelo grupo, inclusive no site (
visite). A platéia estava eufórica – e para “acalmá-la”, um gesto esperto da equipe que comanda o som da Concha: tocar Nirvana. Depois de um intervalo de cerca de 30 minutos (uma eternidade para os fãs soteropolitanos que tem pouquíssimas chances de ver a moça cantar aqui), ela entrou com tudo. Vestida com um charmoso vestido preto, botas, cabelo preso, ela tomou a Concha e fez o chão tremer com a vibração do público ao ouvir
Anacrônico, sucesso do segundo disco da banda. Os milhares de fãs cantaram em coro e não pararam de pular com a seqüência de
Memórias.
O repertório, como já anunciado pela banda, é do DVD {Des} Concerto, e reuniu sucessos dos dois primeiros discos da banda (Admirável Chip Novo e Anacrônico) e duas músicas novas, Malditos Cromossomos e Pulsos. Como a cantora mesma afirmou, “não há uma fórmula fixa no repertório”, e as variações, feitas normalmente minutos antes do show, incluíram Chico Buarque, AC/DC e Amy Winehouse. Eu, que curto o som da baiana, fui com a maré e não consegui ficar parada: era difícil resistir aos arranjos do repertório… inclusive nas faixas mais lentas, como Déjà Vu e Equalize, que arrancou coros e sensações emocionantes.
O resultado desta noite foi muito, muito suor – o verão já está forte, imagine dentro de uma Concha lotada… não tinha vento que aliviasse!) – dores nos braços e nas pernas, e uma rouquidão de, pelo menos, uma semana. Se as dores me causam arrependimento? Jamais! Próximo show, tô colada…
SETLISTs:
Cascadura
Vivendo em Grande Estilo
12 de Outubro
Senhor das Moscas
O Centro do Universo
Elnora
Mesmo Estando do Outro Lado
Retribuição
Ele, o Super-Herói
Queda Livre
Se Alguém o Ver Parado
Pitty
Anacrônico
Memórias
Deus Lhe Pague
Déjà Vu
Brinquedo Torto
Admirável Chip Novo
Semana que Vem
Na sua Estante
Highway to Hell (AC/DC)
Malditos Cromossomos
I Wanna Be
You Know I’m No Good (Amy Winehouse)
Equalize
Pulsos
Máscara
26 de Fevereiro de 2008 às 16:16
Ana Rosas

por Tamires Fukutani
Elizabeth I: uma lição de como se dar a volta por cima.
Elizabeth, a rainha virgem. Ela já foi tema de inúmeros filmes, que abordaram as mais diversas vertentes da mulher forte que foi Elizabeth. No entanto, Elizabeth: A Era de Ouro explora o romance de uma das rainhas mais marcantes da história britânica, em meio a uma guerra religiosa promovida pelo então rei da Espanha, Felipe II.
Protestante até o último talo, Elizabeth não se casou, mas se apaixonou por um charmoso explorador, vivido por Clive Owen. Na produção, a rainha tem sua autoridade abalada ao ser pega de surpresa pela relação com Sir Walter Raleigh. Apesar de imponente, astuta e poderosa, a soberana vê o homem por quem se apaixonou cair de amores por uma das damas de seu séquito.

Elizabeth: A Era de Ouro mostra os “bastidores” da vida de uma mulher forte que, como todas as outras, possui um lado sensível e consideravelmente frágil. Neste ponto, o contexto da Invasão da Armada foi adequadamente escolhido pelo diretor indiano Shekhar Kapur. O episódio é considerado como a maior crise do reinado de Elizabeth, ocorrido na época das Grandes Navegações, o que ajuda a mostrar os conflitos íntimos da soberana. Na época, o rei da Espanha, Felipe II - católico fervoroso - decide promover uma guerra contra a Inglaterra, nação protestante, para livrá-la das “más influências” da rainha virgem. O fundamentalismo religioso surge como pano de fundo interessante para a exploração da personalidade notável de Elizabeth I - se você for católico, entre no cinema consciente de que trata-se de um filme essencialmente protestante.
Ah, aqui vale uma dica: se você não é bom de história, vale dar uma revisada nas Grandes Navegações - quando a marinha britânica era imponente e dominava os confins conhecidos dos oceanos. Não é nada imprescindível, mas sempre é válido aumentar o estoque de conhecimento sobre história mundial!

Outra escolha certa de Shekhar foi o elenco do filme. Cate Blanchett cai na medida no personagem, trazendo equilíbrio em sua interpretação. Não é à toa que a moça recebeu a indicação ao Oscar de Melhor Atriz pelo papel! Clive Owen também fica bem no papel de conquistadores que esbanjam charme, mas esse “talento” já é conhecido do público feminino desde outras películas, como Rei Arthur. Geoffrey Rush também faz bonito como fiel conselheiro da rainha, papel que já havia realizado em 1998, no primeiro filme de Shekhar Kapur sobre Elizabeth.
Pelo elenco, pela história, pelas intrigas e pelas cenas de batalha - entre outros pontos - vale a pena dedicar 114 minutos a Elizabeth: A Era de Ouro. Se você é feminista, corra para o cinema! Se é protestante, também não perca tempo! Se for católico praticante, também vale a pena para ampliar os horizontes sem preconceitos… Enfim, seja cinéfilo independente de fatores “extra-sala-escura”!

Antes de Partir
(Com Jack Nicholson e Morgan Freeman)
Dois homens com câncer em estágio terminal fogem do hospital e colocam o pé na estrada com uma lista do que gostariam de fazer antes de morrer.
Senhores do Crime
(Com Naomi Watts e Viggo Mortensen)
Uma enfermeira acaba mergulhando no perigoso submundo do tráfico de sexo comandado pela máfia russa após a morte de uma garota em trabalho de parto.
18 de Fevereiro de 2008 às 15:42
Marcela d'Ávila

por Marcela d’Ávila e Ana Paula Rosas
Vestida para (não) casar!
Quem dá muito do que tem acaba ficando sem, certo? Na grande maioria dos casos, sim. Esta é a grande verdade e tema de reflexão do filme Vestida Para Casar (27 Dresses), da mesma roteirista de O Diabo Veste Prada. A história é centrada em Jane (Katherine Heigl), uma solteirona sonhadora e completamente altruísta. Jane, na verdade, é a típica coadjuvante: a assistente faz-tudo apaixonada pelo chefe bonitão, a irmã mais velha ofuscada pela beleza e espontaneidade da caçula e a eterna madrinha nos casamentos - com um “bônus-coadjuvante” de 27 (vinte e sete!) vezes subindo ao altar, mas nunca trajando um vestido de noiva.
E neste seu papel secundário, de tanto se dar, ela ficou sem a sua vida. Depois que sua mãe morreu, passou a cuidar da irmã mais nova e se dedicar a casamentos, mas sem nunca viver um relacionamento pleno; e, ainda por cima, respira um amor platônico pelo chefe — amor, meeesmo: ela sabe tudo sobre ele, e é a secretária per-fei-ta. Tanta perfeição assim pode entrar em crise ao enfrentar um grande desafio: organizar o casamento de sua bem-sucedida irmã com seu amado chefe. Ela, que nunca consegue dizer não, tem que segurar o ciúme e enfrentar seus confusos sentimentos.

Como ‘agente destruidor’, que vai causar conflito na trama, entra Kevin (James Marsden), um charmoso e engraçado repórter nupcial do New York Journal. Ele descobre a façanha de Jane de ter subido 27 vezes ao altar sem nunca ser a noiva e acredita que escrever sobre a moça será seu passaporte para um novo cargo. Mas, como em toda comédia romântica, não é só isso: aos poucos ele percebe que está apaixonado por Jane e, com todo o seu sarcasmo sexy e descomplicado (típicos de galãs), tenta convencer a fanática por casamentos dos ourtos a se libertar de suas próprias manias - e a principal delas talvez seja a de não conseguir dizer “não”.
Vestida Para Casar é uma comédia romântica, e não surpreende enquanto tal. É leve, tem nas mulheres o seu público-alvo, arranca umas risadas – e, a depender do hormônio do público, umas lágrimas –, entretém. Não é nenhuma obra digna de Oscar®, apesar do ótimo desempenho da protagonista e nova queridinha dos States, Katherine Heigl, mas o filme também não se propõe a isso. Ele vale a pena do jeito meio-clichê que ele é.
Aproveite para dar um pulinho no cinema - de preferência, com um grupo de amigas! - para conferir esta comédia adocicada sobre assumir o papel principal e, quem sabe, passar de madrinha a noiva.

Elizabeth: A Era de Ouro
(Com Cate Blanchett e Clive Owen)
Drama de época centrado na história amorosa entre a rainha Elizabeth I e o aventureiro Sir Walter Raleigh, mas esta história é atrapalhada por uma das damas reais.
O Som do Coração
(Com Robin Williams)
August Rush, um garoto de 11 anos, utiliza seu extremo talento musical para tentar reencontrar os pais de quem foi separado desde o nascimento.
Sangue Negro
(Com Daniel Day-Lewis)
Próspeto produtor de petróleo tenta ensinar ao filho aqueles que considera importantes princípios: família, ambição e riqueza nos negócios. O filme disputa em oito categorias no Oscar 2008.
13 de Fevereiro de 2008 às 21:48
Marcela d'Ávila


por Marcela d’Ávila
Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet marca mais uma parceria entre o cineasta Tim Burton e o ator Johnny Depp. Neste, Depp encarna Sweeney Todd, um barbeiro macabro que utiliza suas lâminas para “incrementar” as tortas de sua cúmplice, a Sra. Lovett, com pedaços de suas vítimas (e sim, as tortas viram sensação em Londres!). O filme é baseado em um musical da Broadway e, pela primeira vez, é possível conferir Johnny Depp cantando. O combo Depp + Burton resulta em mais um sucesso, que disputa o primeiro lugar nas bilheterias com Cloverfield - Monstro, produzido pelo badalado J.J. Abrams (Lost).
Cloverfield - Monstro estréia no Brasil depois de muita expectativa. Tudo isso porque os trailers foram exibidos, propositalmente, sem o título do filme - somente com a assinatura do produtor e a data de estréia. O clima light (quase comédia romântica) do início do filme muda drásticamente após bolas de fogo iluminarem o céu de Manhattan e a cabeça da Estátua da Liberdade ser arremessada no meio da rua. Na era do YouTube não é surpresa um longa totalmente “amador” e é justamente isso que Cloverfield apresenta: o documentário de uma catástrofe pela lente de uma filmadora digital.
11 de Fevereiro de 2008 às 18:31
Marcela d'Ávila

Nessa onda todo mundo foi!
Durante os dias de festa, os repórteres ibahianos Renan Pinheiro, Carlos Prates, Tamires Fukutani, Aline Caravina e Lisani Azevedo estiveram registrando, de pertinho, tudo o que rolou nos circuitos Barra/Avenida e Campo Grande. No “QG” do iBahia, localizado no bairro da Federação, o resto da equipe ficou encarregada de levar para os internautas as principais novidades no site do Bahia Folia, além de dar conta das milhares fotos e notas que chegavam. Ao todo, foram mais de 30 horas de trabalho para acompanhar os bastidores da cobertura do Carnaval. Agora fica o gostinho de dever cumprido. Quer conferir? Entre no blog especial do Carnaval 2008 e fique por dentro dos melhores (e piores!) momentos dessa festa.
5 de Fevereiro de 2008 às 22:37
Marcela d'Ávila
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